76 - Rede social
É uma estrutura social composta por
pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que
compartilham valores e objetivos comuns. Uma das
fundamentais características na definição das redes é a sua abertura,
possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os
participantes. "Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de
estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força
está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente."
Muito embora um dos princípios da rede
seja sua abertura e porosidade, por ser uma ligação social, a conexão
fundamental entre as pessoas se dá através da identidade.
Os limites das redes não são limites de
separação, mas limites de identidade. (...) Não é um limite físico, mas um
limite de expectativas, de confiança e lealdade, o qual é permanentemente
mantido e renegociado pela rede de comunicações.
As redes sociais online podem operar em diferentes níveis,
como, por exemplo, redes de relacionamentos (Facebook, Twitter, Instagram, Google+, Youtube, MySpace, Badoo), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou
cidades), redes políticas, redes militares, dentre outras, e permitem analisar
a forma como as organizações desenvolvem a sua atividade, como os indivíduos
alcançam os seus objetivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da
rede social.
As redes sociais têm adquirido
importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente
pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua
descentralização.
Um ponto em comum dentre os diversos
tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos,
interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da
formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de
fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação
democrática e mobilização social.
Com as diversas redes sociais, os
consumidores estão em contato constante com as marcas. Este fato resulta da revolução tecnológica que, com tablets e smartphones, coloca o mundo nas mãos do consumidor, e tem, como
consequência, uma revolução ao nível do marketing e da forma como as empresas se comunicam com os
consumidores. Devido a este fenômeno, as marcas, nas mais diversas áreas de
negócio, estão a perceber-se de que as técnicas de marketing
tradicionais estão a tornar-se cada vez menos eficazes e mais dispendiosas,[3] isto porque a segmentação no marketing
"tradicional" é muito menos eficaz e a medição do impacto não é
imediata, o que acontece com o marketing digital e, principalmente, com
o marketing das redes sociais.
As marcas já não conseguem controlar
nem a sua comunicação nem o que se diz sobre elas nas redes sociais. O
consumidor assumiu o controle e é participativo em todo o processo de
comunicação, chegando mesmo ao ponto de as marcas terem que apresentar
conteúdos relevantes, pertinentes e adequados aos desejos e necessidades dos
consumidores de forma a terem "permissão" para falar com eles. Este
fenômeno está diretamente ligado a um conceito emergente no marketing e
comunicação: earned media ("mídia conquistada").
Marketing nas redes sociais
As redes sociais criaram uma nova forma
de exploração das dinâmicas de relacionamento entre as empresas e os seus
clientes, o marketing nas redes sociais é mais pessoal e interativo do
que qualquer outro meio, no entanto é também necessário ter em atenção de que
estas novas ferramentas que surgem todos os dias são cada vez mais complexas e
de difícil entendimento para o utilizador mais comum. Uma gestão profissional
de marketing nas redes sociais exige o estudo e conhecimento de outras
áreas como por exemplo as comunidades virtuais e as conexões. O marketing e a
comunicação atravessam, portanto, hoje, um caminho que se pauta pela existência
de diversificados canais de comunicação, com duas vias, através dos quais as
marcas dialogam com os seus consumidores e vice-versa.
As redes sociais online apresentam-se
atualmente como uma plataforma de interação com clientes e potenciais clientes,
promovendo a fidelização. Permitem ainda que esta mesma interação seja em tempo
real uma vez que estando estas Redes ligadas 24 horas/dia, 365 dias/ano as
empresas e os seus utilizadores estão conectados quase que automaticamente,
sabendo sempre a opinião de cada um. Por exemplo, a empresa lança um produto
novo mas quer saber se o mesmo irá ter ou não sucesso no mercado, poderá
efetuar um questionário aos seus seguidores e após tratamento das respostas
sabe se será aceite ou não consoante está ou terá que ser alterado. Isto tudo
em tempo real ou numa questão de dias, enquanto que através de outros sistemas
antigos isto era tudo muito mais complicado e demorado. As redes sociais
permitem mesmo à empresa uma espécie de estudo de mercado com um custo
baixíssimo.
Formas de redes
sociais
As redes sociais costumam reunir uma
motivação comum, porém podem se manifestar de diferentes formas. As principais são:
·
Redes comunitárias: estabelecidas em bairros ou cidades,
em geral tendo a finalidade de reunir os interesses comuns dos habitantes,
melhorar a situação do local ou prover outros benefícios.
·
Redes profissionais: prática conhecida como networking, tal como o LinkedIn, que procura fortalecer a rede de contatos de um
indivíduo, visando futuros ganhos pessoais ou profissionais.
Redes sociais online tais como Facebook, WhatsApp, VK, Google+, MySpace, Twitter, Badoo WorldPlatform (normalmente estamos acostumados a redes
sociais públicas, mas existem privadas. Normalmente, existem estágios de tempo
em cada rede social até que se torne pública) que é um serviço online,
plataforma ou site que foca em construir e refletir redes sociais ou
relações sociais entre pessoas, que, por exemplo, compartilham interesses e/ou
atividades, bate-papo, jogar com os amigos, entre outras funções.
Como já dito acima, existem redes
sociais públicas, em que o registro está desbloqueado para todos. As privadas
podem pedir o endereço eletrônico e só depois de uma resposta é que o registro
fica disponível, nesse tipo de rede nem sempre são aceitos todos os tipos de
pessoas. Existem ainda as redes sociais pessoais, para família ou amigos, pouco
conhecidas na Internet.
Análise de redes
Um exemplo de um diagrama de uma rede social. O nó com maior
grau de centralidade de intermediação está representado em amarelo.
A análise de redes sociais surgiu como
uma técnica chave na sociologia moderna. O conceito surgiu na
sociologia e na antropologia
social. No final do século XX, o termo passou a ser olhado como um novo paradigma das ciências sociais, vindo ser aplicada e desenvolvida no
âmbito de disciplinas tão diversas como a antropologia, a biologia, os estudos de comunicação, a economia, a geografia, as ciências
da informação, a psicologia social, a sociolinguística e, sobretudo, no serviço social.
A ideia de rede social começou a ser
usada há cerca de um século atrás, para designar um conjunto complexo de
relações entre membros de um sistema social a diferentes dimensões, desde a
interpessoal à internacional.
Em 1954, J. A. Barnes começou a usar o termo
sistematicamente para mostrar os filhos da patria, incorporando os conceitos
tradicionalmente usados quer pela sociedade quer pelos cientistas sociais:
grupos bem definidos (exemplo: tribos, famílias) e categorias sociais (exemplo: género, grupo étnico).
Académicos como S.D. Berkowitz, Stephen
Borgatti, Ronald Burt, Kathleen Carley, Martin Everett, Katherine Faust, Linton
Freeman, Mark Granovetter, David Knoke, David Krackhardt, Peter Marsden,
Nicholas Mullins, Anatol Rapoport, Stanley Wasserman, Barry Wellman, Douglas R.
White ou Harrison White expandiram e difundiram o uso sistemático da análise de
redes sociais.
Em teoria, na estrutura das redes
sociais, os atores sociais se caracterizam mais pelas suas relações do que
pelos seus atributos (gênero, idade, classe social). Estas relações tem uma
densidade variável, a distância que separa dois atores é maior ou menor e
alguns atores podem ocupar posições mais centrais que outros. Este fenômeno é
explicado por alguns teóricos apontando a existência de laços fortes e fracos e
a dos buracos estruturais onde se encontram os atores que não podem comunicar
entre si a não ser por intermédio dum terceiro.
No estudo da estrutura das redes
sociais, é necessário incluir as relações de parentesco de seus membros, redes sociométricas, capital social, redes de apoio, de mobilização, interconexões entre
empresas e redes de escola
É composta por três elementos básicos:
·
Nós ou atores
·
Vínculos
·
Fluxos de informação (unidirecional ou bidimensional)
Sem dados
As redes sociais virtuais são
grupos ou espaços específicos na Internet, que permitem partilhar dados
e informações, sendo estas de caráter geral ou específico, das mais diversas
formas (textos, arquivos, imagens, fotografias, vídeos, etc.).
Há também a formação de grupos por
afinidade, formando comunidades
virtuais, com ou sem
autorização, e de espaços abertos ou não para discussões, debates e
apresentação de temas variados (comunidades, fóruns, Twitter, Facebook, sítios
de relacionamento).
No Brasil
Hoje as redes sociais são responsáveis por 62% do tráfego na Internet brasileira e são uma das principais formas de
representação dos relacionamentos pessoais ou profissionais.
·
Orkut, foi uma rede social filiada ao Google, criada em 24 de Janeiro de 2004 com o objetivo de
ajudar seus membros a criar novas amizades e manter relacionamentos. Superada,
a rede social foi encerrada em 30 de setembro de 2014. "O Orkut pode
estar indo embora, mas todas as incríveis comunidades criadas pelos usuários
vão ficar. Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível
online a partir de 30 de setembro de 2014" , informou Paulo Golgher,
Diretor de Engenharia do Google.
·
Flickr, site
de hospedagem e partilha de
imagens fotográficas (e eventualmente de outros tipos de documentos gráficos, como desenhos e ilustrações);
·
Facebook, website de relacionamento social foi lançado em 4 de fevereiro de 2004, fundado por Mark
Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade, Eduardo
Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes
·
Twitter, rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações
pessoais de outros contatos.
Aplicabilidade
das redes sociais virtuais
Redes sociais
virtuais focadas no trabalho
·
LinkedIn: Um dos precursores das redes sociais
com perfil de trabalho; Carro-chefe da categoria; Muito popular entre
HeadHunters e Analistas de RH que utilizam a Internet para busca e prospecção
de candidatos a estágio e/ou emprego; Mais de 22 milhões de usuários
cadastrados; Há contas pagas e gratuitas. Para profissionais, não há vantagens
em passar para uma modalidade paga, já que os recursos extras fazem mais
sentido para empresas em busca de candidatos; Famoso pelos endorsements;
·
Plaxo: Focado nas atividades na web dos contatos. Permite
o cadastro de blogs, sites de hospedagem de fotos e qualquer outro tipo de
serviço que possa gerar informações em RSS. Comunidades mais ativas e
personalizáveis, que recebem vídeos, fotos e enquetes, além de contar com uma
URL fácil de lembrar. Não tem o recurso de recomendações do LinkedIn, nem
opções avançadas de busca, que permitam delimitar o perfil profissional
desejado.
·
Naymz: Ótima reputação com um crescimento exponencial no
Brasil; Incorpora recursos como recomendações e histórico profissional;
Aceita canais RSS com fotos, textos e vídeos; Adiciona o perfil do usuário
ao Google, facilitando as buscas pelo seu nome; Sistema de pontuação: considera
a quantidade de informações no perfil, a aceitação de conexões pelos contatos e
as recomendações. Quanto mais pontos, melhor será sua reputação na rede e,
provavelmente, mais confiáveis serão suas informações; Tem versão paga, que
mostra o local de origem dos visitantes, elimina propagandas e usa ferramentas
mais poderosas de promoção no Google.
A grande maioria de profissionais, no
Brasil, não explora ou sub-utiliza esta poderosa ferramenta de apoio de
encaminhamento ao trabalho.
Redes sociais
genéricas
·
Orkut: foi uma febre no Brasil, apresentava
os maiores índices de crescimento no número de usuários, e os usuários
brasileiros representavam quase 2/3 do total de usuários cadastrados no
mundo(encerrada em 30 de setembro de 2014);
·
Facebook: muito utilizado por estudantes
universitários norte-americanos, vêm apresentando um índice de crescimento
considerável no Brasil, sendo utilizada para divulgação de perfis pessoais e
profissionais;
·
MySpace: rede social atualmente pertencente ao
conglomerado News Corporation que permite a troca de informações
entre seus usuários através de fotos, comentários, blogs dentre outros. Indicada para utilizadores do mundo
artístico; tem a facilidade no recebimento de arquivos de música e vídeo, é
muito utilizado nos Estados
Unidos da América, e por profissionais de TI no mundo todo;
Assim como as redes sociais virtuais
focadas no trabalho, podem ser utilizadas para a gravação de dados
profissionais, com foco no trabalho, no entanto, têm o caráter mais genérico,
pessoal, onde as pessoas utilizam como ferramenta de apoio na comunicação com amigos, familiares, etc.. Não que não possa ser
utilizada como base de consulta à contratação de profissionais.
As redes
sociais virtuais e a internet
·
Mudou o modo de vida das pessoas;
·
Ampla cobertura, e acesso disposto a milhões de usuários
em todo o mundo
·
A mídia on-line evoluiu de certa forma que criou locais de acesso a
estes usuários, havendo assim a criação de comunidades virtuais, onde se fala,
discute, opina e debate de tudo;
·
Não há mais fronteiras delimitadas por localizações geográficas,
e outros reveses que o mundo “real” nos impõe;
·
As "comunidades virtuais" são formadas
pelas redes sociais virtuais, e são hoje as ferramentas de Internet mais
populares e utilizadas no mundo todo;
·
Empresas utilizam as redes sociais virtuais, aproveitando
o grande tráfego de usuários, como uma ferramenta de agregação da informação
nos espaços virtuais, permitindo um fácil acesso a todos os interessados e
principalmente, gerando uma economia nos investimentos.
Infografia sobre redes sociais e redes geossociais.
Uma rede geossocial é um tipo de
rede social que inclui funcionalidades relacionadas com a georreferenciação, tais como a geocodificação ou a geoetiquetagem. Estas redes permitem aos seus
utilizadores uma dinâmica social adicional à que existe em outras redes
sociais, porque usam ou promovem a interação com base no lugar onde se
encontrem esses utilizadores.
A georreferenciação pode ser feita nas redes sociais graças à localização do endereço IP, à triangulação de um hotspot (zona de cobertura wifi), à localização do telemóvel /
telefone celular ou à informação enviada pelo próprio utilizador.
Um exemplo de rede geossocial é a Foursquare lançado em 2009 nos Estados Unidos. Existem outras
empresas similares, como a Gowalla, fundada em 2007 em Austin, Texas, também
nos Estados Unidos. A Facebook lançou em 2010 a função "places" que
permite fazer entradas ou check-ins num sítio específico com o telemóvel
/ telefone celular, convertendo-se formalmente numa rede com funcionalidades de
rede geossocial.
História
A evolução geossocial foi iniciada com
a implicação social das Interfaces
de programação de aplicações por parte das empresas de Internet no início de 2000.
Em 2007 foram criados serviços como o Gowalla, cujos autores previamente criaram um serviço de
notificação via SMS chamado Loopnote, atualmente adquirido pela rede social
Limbo.
Em agosto de 2008 foi lançado um
serviço similar chamado Fire Eagle, pertencente à Yahoo! mediante o qual um utilizador pode autorizar a outros
serviços o acesso à sua localização em sítios web habilitados.
A Foursquare começou em 2009 com disponibilidade limitada a 100 áreas
metropolitanas em todo o mundo. Em janeiro de 2010, a Foursquare mudou a forma
de localização para permitir entradas (check ins) em qualquer local do
mundo. Em janeiro de 2011, o serviço estava disponível para 6 milhões de
utilizadores registados a nível mundial.
·
Gowalla
·
Grindr
Um mensageiro instantâneo ou comunicador
instantâneo, também conhecido por IM (do inglês Instant Messaging),
é uma aplicação que permite o envio e o recebimento de mensagens de
texto em tempo real.
Através destes programas o usuário é
informado quando algum de seus amigos, cadastrado em sua lista de contatos,
está online, isto é, conectou-se à rede. A partir daí, eles podem
manter conversações através de mensagens de texto as quais são recebidas pelo
destinatário instantaneamente. Normalmente estes programas incorporam diversos
outros recursos, como envio de figuras ou imagens animadas, documentos
diversos, conversação em áudio - utilizando as caixas de som e microfone do
sistema, além de video
conferência (webcam).
Um dos pioneiros neste tipo de
aplicação foi o ICQ, software que rapidamente alcançou o sucesso em todo o
mundo e abriu caminho para o desenvolvimento de diversos outros protocolos e aplicações por parte de outras companhias. Um mensageiro
instantâneo está sempre associado a um serviço de mensagens instantâneas.
Este serviço difere do e-mail na medida em que as conversações ocorrem em tempo real. Ainda, a maioria dos serviços subentende um
"estado" entre os intervenientes, como por exemplo, se um contacto
está ou não a utilizar activamente o computador (on-line). Geralmente ambas as
partes da conversação vêem cada linha de texto imediatamente após ter sido
escrita (linha-a-linha), tornando esse serviço mais próximo do serviço telefónico do que do serviço postal. Essas aplicações geralmente permitem também afixar uma
mensagem de ausência (away), equivalente à mensagem de uma secretária
eletrônica.
As conversas podem ter o histórico
salvo para consulta futura, e ser transmitida de forma criptografada para
aumentar a privacidade, mas é importante observar que os administradores do
sistema podem ter acesso também a este historico, pois pode ser salvo nos
servidores envolvidos. Os programas de mensagens instantâneas não devem ser
considerados como imunes à monitoração por terceiros a menos que utilizem
programas especiais que codifiquem (utilizando métodos de Criptografia) os dados transmitidos entre o transmissor e o receptor
(e vice-versa).
O uso de comunicadores tem aumentado
muito nos últimos anos, se alastrando para dentro das empresas. Isso tem gerado
uma série de problemas para as empresas. Algumas empresas começaram a adotar o
uso de comunicadores corporativos, também chamado de messenger corporativo. A
diferença destes comunicadores para os comunicadores populares, está no
controle. O usuário não possui autorização para adicionar contatos externos e
toda a conversa é salva para possível análise posterior. Nos últimos anos,
foram realizadas pesquisas que buscam aproveitar a familiaridade dos jovens com
esse tipo de práticas para integrá-las em estratégias educacionais, como no
caso dos grupos da WhatsApp.
Mensageiros instantâneos em celulares e
smartphones
Com a chegada dos aparelhos móveis
(celulares e smartphones), também cresceu a adoção dos mensageiros instantâneos
em formato de aplicativos. Eles são instalados nos dispositivos móveis e enviam
notificações assim que uma mensagem é recebida. São exemplos de aplicativos de
mensagens instantâneas o WhatsApp, Facebook
Messenger, Google Allo, WeChat, entre outros. Algumas redes sociais,
como o Twitter, também possuem suas próprias versões de mensagens
instantâneas - é o caso das mensagens diretas, ou DMs (do inglês "direct
message"), que notificam seus usuários O No Brasil, a troca de mensagens
instantâneas é um dos principais usos dos aparelhos móveis, como celulares ou
smartphones: 83,3% dos lares monitorados pela Kantar disseram usar aplicativos
de mensagens instantâneas em 2016, aumento de 9,8 pontos percentuais em relação
ao ano anterior.
Principais
mensageiros
·
ICQ
·
Skype
·
WhatsApp
Um fórum de discussão é uma ferramenta para páginas de Internet destinada a promover debates por meio de mensagens publicadas
abordando uma mesma questão. Também é chamado de "comunidade" ou "board". Foi criado por John Smith em 1987.
Organização das
mensagens
Os fóruns de discussão, basicamente,
possuem duas divisões organizacionais: a primeira faz a divisão por assunto. A
segunda, uma divisão desse em tópicos. As mensagens ficam ordenadas de forma decrescente por
data, da mesma forma que os tópicos ficam ordenados pela data da última
postagem.
Registro[
O processo de registo, geralmente,
envolve verificação da idade (alguns fóruns proíbem o registo de pessoas
menores de 13 anos, 18 anos etc.). De seguida, uma declaração dos termos de
serviço (outros documentos também podem estar presentes) que devem ser aceitas
para que o usuário possa se registar. Depois disso, o usuário é apresentado a
um formulário de registo para preencher, o requerente, no mínimo: um apelido (que, depois, pode ser mudado pelo usuário ou pelo moderador), uma senha, o e-mail e o código de verificação (serve para
impedir programas automáticos de se cadastrarem no fórum).
A grande maioria dos fóruns exige que o
visitante se cadastre para postar. Os usuários registados são chamados de
"membros" ou "foristas". Mesmo assim, existem fóruns onde é
permitido os visitantes postarem sem necessidade de criação de conta. Ainda assim, nesses fóruns, o cadastro é encorajado.


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