72 - Estratégia (do grego antigo στρατηγία: stratēgia, tendo como significado a arte de liderar uma
tropa; comandar)[1] designava o comandante militar, à época
de democracia ateniense. O idioma grego apresenta diversas variações, como
strategicós, ou próprio do general chefe; stratégema, ou estratagema, ardil de guerra; stratiá, ou expedição militar; stráutema, ou exército em campanha; stratégion, ou tenda do
general, dentre outras.
Na área militar, pode ser definida hoje
como principalmente como a ciência dos movimentos segundo obra dos irmãos Jorge
e Júlio Stumpf de Vasconcelos, em que é considerada como dinâmica e
computacional uma vez que o próprio Sun Tzuo, em que os irmãos ;e tomado como a
base da obra, já a definia como do planejamento e re - planejamento da guerra e
do domínio econômico, pois no dia D o inimigo poderá identificar a estratégia,
não só pela infiltração como no estudo. Dessa forma e através da estratégia
militar foram criados os conhecidos serviços de inteligência e
aprimorada a arte de guerrear, sendo as diretrizes e mensagens cifradas
importantes como a codificaçào,decodificaçào como aparelhos capazes de destruir
a mensagens após serem lidas.
Sun Tzu foi o estrategista que no século IV a.C. escreveu um
tratado nominado A Arte da Guerra que abordava de forma abrangente as
estratégias militares.Segundo Sun Tzu, a formulação de uma estratégia deve
basicamente respeitar quatro princípios fundamentais entre muitos outros:
·
Princípio da escolha do local de batalha: seleção dos
mercados onde a empresa vai competir seja em terra ou mar, considerando o ar
como mar.
·
Princípio da concentração das forças: organização dos
recursos da empresa e do esforço de reaparelhamento e logística.
·
Princípio do ataque: implementação das ações competitivas
da empresa e reformulaçáo desse ataque.
·
Princípio das forças diretas e indiretas: gestão das
contingências e táticas operacionais como Econometria, que seria a Economia -
matemática, medida.
Apesar de os negócios não serem
guerras, a realidade mostra que negócios e guerra podem ter muitos elementos em
comum e as verdades de Sun Tzu podem, da mesma forma, mostrar o caminho da
vitória em todas as espécies de conflitos comerciais comuns, como as batalhas
em salas de conselhos de administração ou na luta diária pela sobrevivência,
que todas as empresas enfrentam.
"Se você conhece o inimigo e
conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se
conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma
derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as
batalhas" Sun Tzu
Apesar de Sun Tzu ser uma referência
incontestável, não se devem menosprezar outras personalidades como Napoleão, Adolf Hitler e Mao Tse Tung que seguiram muitos dos ensinamentos e orientações do
sábio chinês.
O Livro dos Cinco
Anéis foi escrito em
1645 pelo guerreiro mais famoso do Japão, o samurai Miyamoto Musashi. É livro de cabeceira e referência para empresários,
políticos e militares japoneses. O livro contém as estratégias e técnicas do
seu estilo , o Niten Ichi Ryu, onde estão os segredos que o tornaram
imbatível por mais de 60 duelos durante toda a sua vida.
Nicolau Maquiavel também escreveu uma obra chamada Dell'arte
della guerra (A Arte da Guerra) além de outras obras de suma importância ao
estrategismo.
Carl von
Clausewitz é talvez o
autor estratégico mais importante na ciência militar moderna, sendo o autor de Da Guerra, embora sua obra não tenha sido completa devido a morte
do autor, Da Guerra tornou-se um dos mais respeitados clássicos de estratégia
militar.[2]
O general francês André Beaufre
produziu uma das definições de estratégia mais brilhante e elegante quando
disse: "estratégia é a arte da dialética das vontades valendo-se da força
para resolver o seu conflito".
Michael E. Porter, um dos nomes mais
importantes da administração contemporânea, apresentou diversas contribuições
ao pensamento em administração estratégica, como a as três abordagens genéricas
das quais uma empresa deve fazer uso para superar as outras empresas em um
setor (liderança no custo total, diferenciação e enfoque) e, também a análise
de forças que dirigem a concorrência na indústria (poder de barganha de
fornecedores, poder de barganha de compradores, pressão de produtos
substitutos, ameaça de novos entrantes e rivalidade entre empresas existentes)
O termo estratégia competitiva é
frequentemente usado no lugar de estratégia
empresarial e vice-versa.
O termo "estratégia competitiva" se refere a como uma empresa decide competir em um mercado em resposta às estratégias e posições de seus competidores de modo a ganhar uma vantagem competitiva sustentável.
A estratégia competitiva genérica está baseada em duas definições básicas: (1) Escopo de atuação (largo ou estreito) e (2) Tipo de vantagem competitiva (baixo custo ou diferenciação).
Definido o posicionamento estratégico da empresa, através da escolha de uma estratégia competitiva genérica a ser perseguida, o passo seguinte é a definição das vantagens competitivas sustentáveis a serem desenvolvidas ou aproveitadas, a partir das competências e recursos disponíveis na empresa.
Veja os estudos de Michael Porter, incluindo sua teoria das estratégias competitivas genéricas, para maiores detalhes.
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